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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Mergulho na escuridão do meu quarto e me perco sob tantas cobertas de medo e insegurança, até meu sono chegar inúmeros devaneios vão preenchendo o vazio que sou...
Não lido bem com escolhas, por isso não passo de uma folha seca conduzida pelo vento amargo do destino.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Eu busco forças, ergo a cabeça pro alto.
Procuro não pensar em você. 
E tento não me importar, não querer saber como e aonde está.
Mas eu lembro de você a cada segundo que passa.
E isso me tortura, me maltrata.

Eu não te vejo, não te sinto mais aqui.
E a sua covardia é superada pela solidão que agora se apodera de mim.
Por inteira sou só agora.
E lânguida permaneço aqui inerte.
Até que você me encontre.
De alguma forma... me encontre.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Parece que quanto mais eu caminho mais longe eu fico.
De você.
Longe daquilo que sonhei pra mim.
Longe apenas.
E mais nada.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Muito tempo calada.
Muda.
Silenciosa.
Muito tempo morta.
Inerte.
Aqui nesse mesmo lugar.

Coração que já não bate.
Só se confunde.
Só chora.

Coração mudo.
Triste.
E sozinho.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

E o desconcerto do incerto continua aqui...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Desespero

O teu desprezo.
O teu desespero
Por não ser o que tanto quis.

Me amar foi o teu erro mais certo
E atua certeza mais duvidosa.
Te amar foi um impulso incontrolável
Um amor odiável
Que eu não quero mais ter.

O teu desprezo.
O teu desespero
Por ter a certeza de que me perdeu.

Ser feliz

E o que é ser feliz?
Ser feliz é viver.
Ou morrer.
Ser feliz talvez seja me acomodar
Deixar tudo como está
Parar de sonhar.
Por isso não sou feliz.
Eu não me acomodo
Nem deixo tudo como está
Não paro de sonhar.
Ser feliz é amar.
Amar é uma doença
Que me leva à morte.
E talvez, ser feliz seja mesmo isto
Viver ou morrer dentro de mim.

Luto

Nem acredito que a semana acabara
E que saíra viva de mais uma aventura dolorosa.
Meu corpo cansado pede descanso
Já não quer mais saber de amar.

Medos, desilusões, inseguranças
Que por hora haviam desaparecido
Agora voltam a habitar-me
Gerando aqui, dentro em mim
Um turbilhão de desgraças
Que nunca sentira, nunca provara.

Agora pois, minha alma hibernará
Sob o véu negro da morte
Que agora me visita...

terça-feira, 20 de abril de 2010

E de repente o mundo desmorona perante o meus olhos
O sonho se foi.
O encanto acabara.
Eu apenas permanecia ali inerte...
Palavras se fizeram mudas naquele momento
E uma lágrima fria e pálida escorreu do meu rosto.
O nosso amor desmoronara.
Acabou.

Voltando a ser Palhaça das Perdidas Ilusões...

De volta a rotina
Dos sonhos perdidos
Do coração ferido
E das lágrimas molhadas...

segunda-feira, 8 de março de 2010

 
Lutar pelo que não existe?
Se existisse, eu sentiria...

sábado, 6 de março de 2010

O melhor ou o pior está por vir?

terça-feira, 5 de janeiro de 2010


    Inquietude... Minha companheira de todas as horas. Ela faz de mim o que sou e não deixa meu coração em paz, um segundo sequer.
    Os tempos são outros, mas os dias passam devagar. As horas não passam, a chuva cai. O frio que brota desse janeiro lento parece aquecer o meu coração. As músicas já não são as mesmas, as pessoas se vão. Não sei no que estou me tornando, mas estou gostando muito disso.
    Hoje sei que preciso me amar antes de dedicar o meu amor aos outros. O amor é doce, conforto para a alma, mas também pode ser uma injeção letal. Temos que saber senti-lo. De uma coisa tenho certeza: O AMOR É UM DOCE VENENO. 


04/01/10
Hoje está frio. A escuridão da noite é tomada por inúmeras gotinhas que juntando-se uma a uma formam a chuva que agora cai. Quisera eu que essa água me lavasse e me purificasse, acalmando assim o meu estado de espírito. Quisera eu, ser mais bela, mais feliz... Devo apenas me conformar sabendo que, por hora, sou somente a PALHAÇA DAS PERDIDAS ILUSÕES!


03/01/10

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009


Meu coração não sabe amar.


sábado, 26 de dezembro de 2009


Eu desisto desse meu coração.
E assim, dia após dia vou afundando, cada vez mais, nos meus próprios erros.
Essa talvez seja, verdadeiramente, a sina da Palhaça das Perdidas Ilusões: O DECLÍNIO, A MORTE !

Tenho a impressão de estar imersa no mais profundo estado de putrefação.
Ser humano mais podre que eu, não pode existir...

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009


Eu!
A embaixadora do fracasso...